sábado, 4 de março de 2017

ESTUDO DO LIVRO DE HEBREUS - Cap. 2 -

O Autor desconhecido vai nos ensinar,
                - Lembra-nos de como infinitamente grande é a oferta de salvação que o Senhor fez para a igreja,
- De como é importante que venhamos obedecer a todas as condições associadas a esta oferta,
- Ele também revela que a redenção da raça caída envolveu a exaltação do Filho Unigênito de Deus, e que primeiro ele deve participar da natureza humana, tornando-se familiarizado com os problemas e doenças do homem caído.
- Por sua própria morte, ele desde o resgate, e no decorrer dessas experiências, foi treinado para a posição mais alta possível no universo à direita do trono de Deus.
- O capítulo termina por revelar a compreensão de nosso Senhor de nossas fragilidades, o que deve levar-nos a levantar os nossos corações em ação de graças que são dignos de ser associado a ele em seu trabalho, tanto agora como no futuro.

VERSO 1 "Portanto, nós devemos dar a mais diligência para as coisas que já temos ouvido, para que em tempo algum nos desviemos delas."
Cristo é agora exaltado acima dos anjos, portanto, fala com a autoridade máxima e do ponto de vista completa experiência de que quando ele fala que não é uma questão de luz que pode apagar ignorar ou esquecer. Estamos atendendo um pensamento similar em Provérbios 4:13, que diz: "Apega-te à instrução e não a largues; guarda-a, porque ela é a tua vida."
Nosso interesse deve ser aumentado e se intensificado à medida que apreciarmos mais plenamente a dignidade e autoridade de Cristo, Aquele que nos falou nestes últimos dias. Para os filhos de Deus.
O Tempo e os acontecimentos estão passando. Nós não podemos ficar parados. Se quisermos ir adiante, devemos dar especial atenção às mensagens de nosso Senhor Jesus. Apesar de nossas inclinações naturais e de outras influências (Lei), devemos manter nossa mente com firmeza e determinação para a Palavra de Deus, a verdade.
Todo o pensamento deste verso é que a nossa vida espiritual depende de nossa dar atenção palavra do Mestre, e não podemos dar ao luxo de tratá-lo ou ignorá-lo. Observando-se vital para a nossa existência!

VERSO 2 "Porque, se a palavra falada pelos anjos permaneceu firme, e toda transgressão e desobediência recebeu a justa recompensa."
Esses "anjos" são aqueles usados ??por Deus no Pacto da Lei, que, Paulo explica, (Gl 3:19)"...foi posta pelos anjos na mão de um mediador." O Pacto da Lei foi rigorosamente aplicado pela palavra "falada pelos anjos permaneceu firme “, que é .
A palavra “transgressão” significa - a caminhar ao lado de - sugerindo uma possível apresentação da justiça, enquanto, na verdade, ultrapassando os requisitos da lei.
'Desobediência' significa “uma audição errada, imperfeita." Aqueles que desobedeceram o Pacto da Lei recebeu o castigo, a justiça foi a base da aliança.

VERSO 3 "Como escaparemos nós, se negligenciarmos tão grande salvação, a qual, começando a ser anunciada pelo Senhor, e foi confirmado para nós, por que a ouviram."
Esta "grande salvação" é a oferta mais maravilhosa de todos os tempos que foi feita ao homem. Como podemos “escapar”, isto é, como podemos deixar de sofrer perdas e “descuidarmos” para dar atenção aos termos e condições (Lei) sob os quais podemos esperar atingir uma recompensa tão gloriosa? É uma joia de valor inestimável, e como seria trágico que alguém deixe escapar dele simplesmente por negligência!
Vamos nos esforçar para manter o nosso amor pela verdade, a vontade revelada de Deus, passando por cima de seus recursos de forma contínua. Olhar para Lei (segui-la) é negligenciar o que o Senhor tem proporcionado como um meio pelo qual podemos alcançar a grande salvação. (Filipenses 3:14) “prossigo para o alvo pelo prêmio da vocação celestial de Deus em Cristo Jesus”, a "vocação celestial" (Há 3:1), não havia sido oferecido ao povo de Deus. Mas Jesus fez isso (João 14:2) “Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito; vou preparar-vos lugar”. O relacionamento de Deus com a semente natural de Abraão foi projetado para prepará-los para esta chamada especial. Mas quando Jesus veio a eles, poucos o receberam (João 1:11) “Veio para o que era seu, e os seus não o receberam”, então, a chamada foi para os gentios.
Este convite especial, ou 'Alto Chamado', foi tão importante que o Pai Celestial escolheu seu Filho amado como o único a apresentá-lo, o que era para ser o 'capitão' daqueles que se esforçam para alcançar a salvação tão grande.

VERSO 4: “Testificando Deus juntamente com eles, por sinais e prodígios, e por múltiplos milagres e dons do Espírito Santo, distribuídos segundo a sua vontade”.
Com apoio de porta-vozes humanos que, no início da época, deram testemunho de Jesus, e da "grande salvação", que começou a ser falado por ele, foi o próprio Deus, o Pai Celestial. Seu testemunho foi dado pela exibição de seu poder como manifestado em muitos milagres realizados por Jesus, e no dom do Espírito Santo que veio sobre os discípulos à espera do Pentecostes. Como um milagre, seguido de outro, tornou-se uma montagem progressiva da crescente evidência de peso e importância. Este era nosso chamado! O que um conjunto vasto de pessoas santas foi usado para trazer esta oportunidade gloriosa para que chamasse nossa atenção!

VERSO 5 "Porque não foi aos anjos que Deus sujeitou o mundo vindouro, de que falamos."
Este verso tem sido usado como uma prova indireta de que o mundo antes do dilúvio estava sob a administração de anjos. Esse mundo foi realmente governado por anjos, como outros textos mostram. (II Pedro 2:4,5) “Porque se Deus não poupou a anjos quando pecaram, mas lançou-os no inferno, e os entregou aos abismos da escuridão, reservando-os para o juízo; 5 se não poupou ao mundo antigo, embora preservasse a Noé, pregador da justiça, com mais sete pessoas, ao trazer o dilúvio sobre o mundo dos ímpios;” e (Judas 6) “aos anjos que não guardaram o seu principado, mas deixaram a sua própria habitação, ele os tem reservado em prisões eternas na escuridão para o juízo do grande dia”.  No entanto, o autor esta se referindo ao versículo 2, onde a administração do Pacto da Lei é mencionado, em que os anjos tiveram um papel importante.
Se pensarmos na tentativa dos anjos para governar o mundo antediluviano, ou de seu serviço em conexão com a administração do Pacto da Lei, a lição do autor está enfatizando aqui evidencias que houve falhas em ambos os casos. Agora temos a certeza de que nenhuma falha ocorrerá em conexão com as disposições governamentais do mundo vindouro. Cristo será, então, o rei, e associado com ele serão aqueles que, como os seus co-herdeiros, terá atingido a "grande salvação" para viver e "reinar" com Ele.-II Tm.2:11,12 “... Se, pois, já morremos com ele, também com ele viveremos; 12 se perseveramos, com ele também reinaremos...”;
VERSO 6 "Mas em certo lugar testemunhou, dizendo: Que é o homem, para que te lembres dele? ou o filho do homem, para que o visites? "
Davi é o "um" que testemunhou, e "o lugar certo" é o Salmo 8:3-8 (Ler). Esta questão é o resultado inevitável de meditação sobre a imensidão da criação, em comparação com os esforços insignificantes do homem. As vastas forças e distâncias do Universo deveriam humilhar-nos. O Criador, que fez este vasto sistema de mundos, tem proporcionado um equilíbrio de forças que permite ao homem viver e ser feliz, fornecendo-lhe tudo com abundância. Certamente a nossa gratidão deve levar-nos a exercer a confiança suprema e confiar em tal Criador, e considerar um grande privilégio ser considerado digno de servi-lo.
A palavra “visites" significa "para inspecionar e selecionar; Ir ver, a fim de aliviar a" e, por extensão, indica que a “visita” do chefe referida profeticamente pelo salmista é a vinda do Filho amado de Deus para a terra primeiramente para redimir a raça que caiu e em seguida, para restaurar aqueles que aceitam essa prestação da graça divina. Assim Deus visita a raça humana representativamente na pessoa de seu Filho.
Muitos são lembrados e visitados por Deus de outras maneiras também, como na luz do sol e da chuva, e por meio de todas as bênçãos abundantes que diariamente são derramadas sobre nós. (Sl 116:12) “Que darei eu ao Senhor por todos os benefícios que me tem feito?” Nós podemos pensar na visita de Deus como sendo a de um médico de visitar o doente, e o objetivo é que muitos podem vir a ser curado de todos os males e aflições. É assim que será realizado por Jesus.

VERSO 7 "Tu o Fizeste um pouco menor que os anjos, tu coroaste de glória e de honra, e o constituíste sobre as obras de tuas mãos."
O pensamento aqui é um pouco "menos" do que os anjos, e não "um pouco inferior", como alguns têm sugerido, em seu esforço para provar que o projeto de Deus para o homem é que ele deve vir a ser exaltado à natureza do espírito. Se quisermos entender que o plano de Deus é essencial para manter esta distinção de naturezas em mente. O homem é um ser humano, uma criatura terrena, criada por Deus para habitar a Terra. Os anjos são em um plano superior da vida, e foram criados assim. Não é plano de Deus para que os homens se tornem anjos.
A glória se refere a Adão, o progenitor da raça humana, como originalmente criado por Deus. Sua glória foi a de homem perfeito, à imagem de Deus. O autor se refere a ela como uma glória 'terrestre'. (I Coríntios. 15:40) “Também há corpos celestes e corpos terrestres, mas uma é a glória dos celestes e outra a dos terrestres”. O homem também foi criado para ser um rei, o rei da terra. Ele foi dado o domínio sobre os animais inferiores. Assim, ele foi dado honra, bem como glória. Este foi o "primeiro domínio" referido em Miquéias 4:8, “... a ti virá, sim, a ti virá o primeiro domínio, o reino da filha de Jerusalém”.  e "o reino preparado ... desde a fundação do mundo", mencionado por Jesus. Mateus 25:34 “Então dirá o Rei aos que estiverem à sua direita: Vinde, benditos de meu Pai. Possuí por herança o reino que vos está preparado desde a fundação do mundo”;
VERSO 8 "todas as coisas lhe sujeitastes debaixo de seus pés. Ora, visto que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou que não lhe fosse sujeito. Mas agora ainda não vemos todas as coisas sujeitas a ele”;
Infelizmente, o homem perdeu o seu domínio, glória e honra. Agora o contemplamos na miséria e sofrimento, como resultado de sua própria vontade e desobediência. Apesar do orgulho do homem e ostentação, ele não é capaz de entregar-se do resultado de seu pecado, e agora a raça humana está ameaçada de destruição completa.
VERSO 9 "Mas nós vemos Jesus, que foi feito um pouco menor do que os anjos para o sofrimento da morte, foi coroado de glória e de honra, para que, pela graça de Deus, provasse a morte por todos."
Aqui, o autor indica claramente o propósito divino para restaurar o domínio original do homem na terra. Nós não vemos este feito, mas vemos o desenrolar desse propósito Divino na vinda de Jesus para redimir a raça caída 'vemos Jesus'. Nós vemos que Jesus foi feito a contrapartida exata do pai, que ele, como Adão, foi feito "um pouco menor que os anjos", e que esta era o fim de que ele poderia sofrer a morte, proporcionando assim um preço correspondente, estabelecendo sua vida humana perfeita para o homem perfeito, Adão, que perdeu sua vida. Foi com esse propósito que Jesus derramou a sua alma até a morte – Isaías 53:6,12 “Todos nós andávamos desgarrados como ovelhas, cada um se desviava pelo seu caminho; mas o Senhor fez cair sobre ele a iniquidade de todos nós”; “...porquanto derramou a sua alma até a morte, e foi contado com os transgressores; mas ele levou sobre si o pecado de muitos, e pelos transgressores intercedeu”.
VERSO 10 "Porque convinha que aquele, para quem são todas as coisas, e por quem são todas as coisas, em trazendo muitos filhos à glória, o capitão da salvação deles por meio de sofrimentos."
E ele tornou-se, isto é, foi o que devemos esperar de um Criador todo-sábio, que em seu plano de exaltar muitos, isto é, a igreja para toda glória, que ele deve ser o Capitão, o seu líder, o primeiro a atingir essa posição elevada, “perfeito através do sofrimento." O sofrimento e a morte é o caminho para a glória para todos esses filhos, e Jesus não foi exceção.
Isto não implica que Jesus era imperfeito por natureza, antes que ele sofreu e morreu. Ao contrário, ele foi desenvolvido, treinado e aperfeiçoado como nosso capitão, por meio do sofrimento. Um jovem, por exemplo, pode ser uma pessoa nobre, ainda que ele não pudesse ser um médico, até que ele fosse treinado para esse fim. Assim, Jesus foi treinado pelo sofrimento e, assim, foi aperfeiçoado para os altos cargos que ele ocupa nos arranjos divinos. Um deles é a de ser o capitão da nossa salvação.
De uma forma muito semelhante todos os membros o corpo de Jesus, seus seguidores, aqueles que ele leva à glória, convidando-os a andar em seus passos, são aperfeiçoados para a sua posição de glória com ele por meio de sofrimento e provações-julgamentos que são temperados com alegria, de modo que suas experiências como um todo ensiná-los a confiar e amar seu Pai Celestial. Como abençoado para compartilhar essas experiências com Jesus, de quem foi profeticamente escrito: "Tu contaste as minhas aflições; põe as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas no teu livro?" - Sl. 56:8

VERSOS 11-13 "Pois tanto o que santifica como os que são santificados, são todos de um só por esta causa ele não se envergonha de lhes chamar irmãos, dizendo: Anunciarei o teu nome a meus irmãos, no meio da igreja cantarei louvores a ti. E mais uma vez, vou colocar minha confiança nele. E novamente, eis que eu e os filhos que Deus me deu."
Estes são os textos que provam e estabelecem a grande verdade da unidade da comunidade Cristo. Os discípulos de Jesus são seus "irmãos", e assim declara a referência profética de Davi (Sl 22:22) “Então anunciarei o teu nome aos meus irmãos; louvar-te-ei no meio da congregação”. Para a congregação dos santificados, isto é, aqueles que são separados no plano Divino como participantes da vocação celestial.
"E mais uma vez", escreve o autor. Ele então começa a citar outro texto que prova, como se consciente da regra bíblica de que assuntos importantes devem ser estabelecidos pela boca de mais de uma testemunha. Sua segunda citação é de Isaías 8:18 “Eis-me aqui, com os filhos que me deu o Senhor; são como sinais e portentos em Israel da parte do Senhor dos exércitos, que habita no monte Sião”. e refere-se a "filhos" que o Pai Celestial deu para ser os companheiros de Jesus, assim como eles eram seus irmãos. Possivelmente Jesus tinha este texto em mente quando, em sua oração, ele disse: "Eram teus, e tu me deste..." (João 17:6) É uma troca de amor entre o Pai e o Filho, uma recompensa e alegria para ambos.

VERSO 14 "Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo”.
Esses “filhos”, aqueles a quem Jesus não tinha vergonha de chamar seus “irmãos”, foram originalmente filhos de Adão, portanto, por natureza "carne e sangue." Para que eles sejam participantes da "grande salvação", como os irmãos do Jesus glorificado era necessário que eles fossem resgatados da morte.
Portanto, no texto explica a filosofia do resgate, que envolveu a necessidade de Jesus se tornar um homem, e como tal, morrendo o "justo pelos injustos." (I Ped. 3:18) “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, o justo pelos injustos, para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito”; envolvido, também, a pessoa de Jesus “autoridade” em última análise, para destruir o diabo.
Como Satanás tem o “poder da morte”? A palavra grega aqui traduzida "poder" tem o pensamento da autoridade no sentido de "domínio". O domínio que Satanás aproveitou foi para fazer um reinado de morte e da morte. Paulo descreve-o como o (II Coríntios 4:4) “nos quais o deus deste século cegou os entendimentos dos incrédulos, para que lhes não resplandeça a luz do evangelho da glória de Cristo, o qual é a imagem de Deus”. Satanás tem o seu domínio tirado, e ele próprio é obrigado no início do milênio "deus deste mundo.", E no seu fim, ele é destruído.
VERSO 15 "E livrasse todos os que, com medo da morte, estavam toda a vida sujeitos à escravidão."
A maioria dos homens rejeita a noção de que estão escravizados, isso ofende seu orgulho. Esta é uma das razões principais porque o assunto da morte é tão evitado, porque os homens honestos teriam de confessar, sua escravidão ao temor dela. Todos os homens sabem que devem morrer, mas nem todos os homens se reconhecem como pecadores. Além disso, a morte não leva em consideração as pessoas. É a grande niveladora de todas elas. Qualquer poder, portanto, que remove seu terror é uma bênção aplicável a toda a humanidade. A abordagem cristã à morte traz libertação completa. Somente os que recusam o dom gratuito da libertação ainda estão nas sua garras.

VERSO 16 "Porque em verdade ele não tomou sobre si a natureza dos anjos, mas ele tomou sobre si a semente de Abraão".
A palavra “em verdade” significa em outras palavras, é o equivalente a dizer "Como todos nós sabemos". A Palavra era tão conhecida na Igreja Primitiva que Jesus, em se tornar a semente de Abraão, tinha que primeiro participar de carne e sangue, e não a natureza dos anjos, que João fez dele um teste de haver ou não a fé de Deus, (I João 4:3) “e todo espírito que não confessa a Jesus não é de Deus; mas é o espírito do anticristo, a respeito do qual tendes ouvido que havia de vir; e agora já está no mundo”.

VERSO 17 "Portanto, em todas as coisas que lhe convinha para ser feito semelhante a seus irmãos, de que ele poderia ser um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, para expiar os pecados do povo."
Que profundidade da sabedoria é no plano de Deus, que Jesus deve compartilhar as desgraças e dificuldades que afligem os homens, de modo que ele poderia ser um misericordioso Sumo Sacerdote! Ele é misericordioso, porque ele percebe as dificuldades, as fraquezas que afligem os seus seguidores, e da humanidade em geral. Ele foi feito semelhante a seus irmãos "em todas as coisas." Isso não significa que Jesus era imperfeito, ou que o pecado estava arraigado em sua natureza. Seus “irmãos” são “Novas Criaturas", e Jesus foi tentado em todos os pontos como todos nós somos tentados.
Como resultado da observação e associação, no entanto, Jesus tornou-se familiar com as provações que afligem a raça humana em geral, e particularmente aqueles que se tornam novas criaturas, mas ainda temos que lutar contra os movimentos do pecado na sua carne. Isso adiciona a sua simpatia por nós, dá-lhe misericórdia e compreensão para lidar com nós como nosso advogado junto ao trono da graça. Da mesma forma, como o Chefe da classe sacerdotal que irá lidar com o mundo da humanidade durante o milênio, ele também será simpático, e terá prazer em fazer todo o possível para ajudar os arrependidos da raça humana de volta à perfeição e completa comunhão com o Pai Celestial, o Criador.

VERSO 18 "Porque naquilo que ele mesmo sofreu, tendo sido tentado, é poderoso para socorrer os que são tentados."

Jesus sofreu muita agonia da mente e do corpo, em vez de ceder ao mal. Assim, ele foi “tentado”, então sabe como trazer a nossa ajuda as coisas que o ajudaram em seus momentos de necessidade. Essas coisas são sugeridas para nós através da Palavra, e é aí que somos instruídos no uso apropriado de todos os meios da graça divina disponibilizados através do nosso sumo sacerdote misericordioso e amoroso. Quando vamos para o Pai em oração, podemos ter certeza de que o mérito de seu sacrifício foi aplicado em nosso nome e também estamos certos de que nossos esforços insignificantes e imperfeitos são aceitáveis. Ele é capaz de prestar ajuda pelo poder da simpatia, conhecimento, experiência e. Para isso, ele foi totalmente treinado.
Estudo Textual: Introdução ao Livro de Hebreus
Não Desista!
Quem trocaria um lustroso carro novo por outro velho e enferrujado, ou um refulgente anel de diamante por uma peça de bijuteria pretejada? Somente uma pessoa insensata faria negócios como esses! O livro de Hebreus foi escrito para pessoas que estavam em perigo de fazer exatamente uma tal troca assim. Eram cristãos pensando em deixar seu relacionamento com Cristo para voltar a viver sob a Lei de Moisés. O escritor de Hebreus estava determinado a mostrar aos seus leitores que escolha idiota seria essa!

O autor de Hebreus não se identificou pelo nome, no livro. Ele conhecia Timóteo (13:23) e possuía sólido entendimento do Velho Testamento. Muitos estudantes da Bíblia acreditam que foi Paulo quem escreveu Hebreus, mas outros argumentam que esse autor não era um dos apóstolos (veja 2:3). Provavelmente, o máximo que podemos concluir com certeza é que o autor era inspirado.

Em vista do tema do livro, é improvável que o autor tivesse deixado de mencionar a destruição do templo, no ano 70 d.C., se esse evento tivesse ocorrido ao tempo da escrita. Uma vez que ele não citou esse evento para apoiar seus argumentos (veja 10:25 para uma possível referência), podemos aceitar que ainda não tivesse acontecido, e uma data próxima de 65 d.C. pode ser aceita para a escrita de Hebreus.

Hebreus foi escrito claramente para ouvintes conhecedores das Escrituras do Velho Testamento e, especialmente dos rituais de sacrifícios da Velha Lei. É evidente que os leitores pretendidos eram judeus cristãos (por exemplo, 3:1; 4:14-16). Eles tinham sofrido alguma perseguição, como resultado de sua fé e alguns, provavelmente desanimados por suas tribulações ou em dúvida sobre seu compromisso com Cristo, estavam pensando em voltar para o judaísmo. Outros já tinham deixado de reunir-se com seus irmãos (10:19-39). Como no caso da identidade do autor, não podemos dizer com certeza onde estas pessoas viviam, mas muitos estudantes da Bíblia favorecem Jerusalém ou Roma como possíveis destinos para a epístola (veja 13:24).

Como foi sugerido no início deste artigo, o tema de Hebreus é a superioridade de Jesus Cristo. O autor argu-menta que Jesus é superior aos anjos, Moisés, Josué e Arão (capítulos 1, 3, 4 e 7, respectivamente). Não somente Jesus é um Legislador e Sumo Sacerdote superior, mas sua aliança é superior à Aliança Mosaica (capítulos 8-10). De fato, “melhor” é a palavra chave do livro (1:4; 7:22; 8:6, etc)!

Perguntas para estudar:

1. O escritor de Hebreus se identifica?

2. Hebreus foi escrito provavelmente antes ou depois da destruição do templo, em 70 d.C.?

3. Hebreus foi escrito para cristãos judaicos ou cristãos gentios?


4. De acordo com Hebreus, Jesus é superior a quais pessoas?

5. Qual é a palavra chave de Hebreus?

Estudo Textual: Hebreus 1:1-14
Jesus: Superior aos Anjos

No monte da transfiguração, a voz que vinha da nuvem confirmou a Pedro, Tiago e João que Jesus é o Filho amado de Deus e que devemos ouvir a ele, em vez de Moisés ou Elias (Mateus 17:1-8). O escritor de Hebreus afirma o mesmo ponto, logo no começo de sua epístola. Ele observa que, enquanto Deus usou vários métodos e indivíduos para levar sua palavra à humanidade, no passado, seu porta-voz durante estes “últimos dias” é seu Filho (Hebreus 1:2). O apóstolo Pedro afirmou que estamos vivendo nos últimos dias, quando identificou os acontecimentos de Pentecostes (Atos 2:16-17) como o cumprimento da profecia de Joel a respeito desses dias. Esta afirmação sobre a autoridade de Jesus tem importantes implicações para aqueles que desejam justificar suas práticas religiosas dando ouvidos a Moisés, isto é, apelando para a lei de Moisés em busca de autoridade.

O tema de Hebreus é a superioridade de Jesus Cristo. Jesus não é só um outro porta-voz; Ele é muito superior em natureza aos profetas que o precederam. Ele não é somente Criador e Redentor (Hebreus 1:2-3); Ele é também Divindade. Ele não é a mesma pessoa que o Pai, mas ele é a “expressão exata” do Pai e, assim, participa da natureza eternal do Pai!

O restante do capítulo é dedicado a demonstrar que Jesus é também superior aos anjos. Ele obteve um “mais excelente nome” do que eles (1:4). “Nome” se refere mais ao caráter e à posição do que à palavra pela qual alguém é chamado.

O autor de Hebreus usa o silêncio de Deus para afirmar seu ponto. Ele cita afirmações divinas a respeito da posição de Jesus e então pergunta se Deus jamais disse tal coisa de qualquer dos anjos (1:5). A questão é obviamente retórica; Deus nunca se dirigiu a nenhum dos anjos como seu Filho. Pode então, qualquer dos anjos assumir a posição de Filho de Deus, uma vez que Deus não os proibiu de fazê-lo? Certamente que não! O argumento do escritor de Hebreus depende da premissa de que o silêncio de Deus é proibitivo, não permissivo: um princípio importante para todos nós que procuramos a aprovação de Deus em nossas vidas. O escritor usa o mesmo tipo de argumento (do silêncio de Deus) nos versículos 13-14.

A comparação entre Jesus e os anjos continua quando o escritor de Hebreus observa que os anjos são espíritos servidores, que adoraram o Filho durante sua encarnação (1:6-7,14). Jesus, contudo, é um Monarca cujos anos não findarão, isto é, ele é um ser eterno.

Perguntas para estudar:

1. Através de quem Deus fala conosco, nestes dias?

2. É Jesus um ser criado ou eterno como o Pai?

3. É alguma coisa divinamente autorizada pelo simples fato de que Deus não a proibiu?

4. É Jesus superior aos anjos em natureza, posição ou ambos?

Estudo Textual: Hebreus 2:1-18
Jesus: Feito como seus Irmãos

O primeiro capítulo de Hebreus afirma, claramente, a superioridade de Jesus sobre profetas e anjos. Em vista deste fato, o autor ressalta a necessidade de prestar atenção à mensagem dada pelo Senhor (2:1) e confirmada por Deus através de milagres (2:4). Ele defende esta idéia usando uma forma de argumento que aparecerá várias vezes, em seu livro. Aqueles que desobedeceram à lei entregue pelos anjos (a Lei de Moisés) foram justamente punidos. Desde que Jesus é superior aos anjos, é ainda mais certo que a desobediência de sua lei será punida (2:2-4). Esta forma de argumento é, às vezes, chamada “do secun-dário para o principal”, isto é, o ponto é apre-sentado do caso menos importante para o caso mais importante.

Os primeiros quatro versículos também introduzem um outro padrão encontrado neste livro. Enquanto o autor argumenta de um modo muito lógico, ele interrompe periodicamente seu raciocínio com advertências aos seus leitores. Ele escrevia aos cristãos que estavam pensando em voltar ao judaísmo. Há cinco advertências, como estas, espalhadas através de todo o livro (2:1-4; 3:7-4:13; 5:11-6:20; 10:19-39; 12:25-29). Estas advertências são duras e mostram que é possível para os cristãos serem condenados eternamente se abandonarem o Senhor (veja especialmente 6:4-6 e 10:26-29).

O escritor cita Salmo 8 (2:6-8), uma passagem que observa que o homem foi criado um pouco mais baixo do que os anjos. Este fato, provavelmente, levantou uma questão na mente de seus leitores. Se Jesus é superior aos anjos, por que ele tomou a forma de um homem, que foi feito inferior aos anjos?

A resposta a esta pergunta é encontrada no papel redentor que Jesus desempenha. O homem precisa de um mediador entre Deus e si mesmo. Porque Jesus sofreu e foi tentado como são os homens neste mundo, ele pode, portanto, ajudar os homens como um misericordioso e fiel Sumo Sacerdote (2:17-18).

O autor de Hebreus voltará ao assunto do sumo sacerdócio de Jesus para uma extensa discussão, mais tarde neste livro. Neste capítulo, contudo, ele afirma que Jesus tinha que se tornar como seus irmãos, de modo a servir como Sumo Sacerdote. Ele tinha que tomar um corpo humano para experimentar a morte por todos os homens. Através de sua morte e ressurreição, ele derrotou Satanás, que tem o poder da morte (2:14). Ele tinha que se tornar como os homens, isto é, partilhar da carne e do sangue (2:14), porque dá ajuda aos homens, e não aos anjos (2:16). Deus seja louvado por termos um Sumo Sacerdote que entende nossa situação!

Perguntas para estudar:

1. Como Deus testificou a mensagem da salvação?

2. Pode-se obedecer ao evangelho e, mais tarde, deixar o Senhor e perder-se eternamente?

3. Por quem Jesus morreu?

4. Como Jesus é plenamente qualificado para ajudar os homens?

Estudo Textual: Hebreus 3:1-4:16
Um Descanso Permanece

No capítulo 1 de Hebreus, o autor afirmou que Jesus é superior tanto aos outros profetas de Deus como aos anjos. Ele continua sua afirmação no capítulo três, observando que Jesus é superior até mesmo a Moisés! Os judeus tinham muito respeito por Moisés, porque ele recebeu a velha lei de Deus e o escritor de Hebreus reconhece sua fidelidade. Mas Jesus é superior até mesmo a Moisés, do mesmo modo que o construtor de uma casa tem mais honra do que a casa que ele constrói (3:3), assim como o filho do dono da casa é superior a um servo daquela casa (3:1-6). De fato, é sua casa! O escritor fala da igreja (3:6- “qual casa somos nós”; veja também 1 Timóteo 3:15). Mais tarde, no livro, o escritor estenderá este argumento da superioridade de Jesus, observando que sua aliança é também superior àquela dada através de Moisés (capítulos 9 e 10).

Os cristãos, contudo, precisam guardar “firme até ao fim” (3:6). É este comentário do autor que introduz o segundo trecho de advertência do livro (veja também 2:1-4; 5:11-6:20; 10:19-39; 12:25-29). Ele cita o Salmo 95:7-11 para introduzir a descrença e o fracasso de Israel, o povo escolhido por Deus, no passado. O restante do capítulo 4 é dedicado a advertir seus leitores a não repetirem o erro de Israel, em se afastar de Deus (4:11).

A Israel foi prometido um descanso, mas a nação não herdou esse descanso. O autor afirma que eles não poderiam entrar no descanso prometido por causa da descrença (3:19), por causa da desobediência (3:18). Por que Israel foi forçado a peregrinar no deserto? Descrença ou desobediência? Ambos: sua descrença resultou em sua desobediência (4:6)! É possível para o povo escolhido por Deus, nestes dias, afastar-se do Deus vivo, ao endurecer-se através do engano do pecado (3:12-14).

O autor observa que o descanso prometido ainda permanece (4:1, 9)! Aqueles a quem ele foi prometido inicialmente não o herdaram; eles morreram nas peregrinações no deserto. Mesmo quando a nação de Israel entrou finalmente na terra de Canaã, o descanso ainda permaneceu (4:8); de outro modo o salmista não teria escrito muitos anos depois da conquista de Canaã como se o descanso permanecesse (Salmos 95:7; Hebreus 4:6-9). O descanso que agora permanece não é a terra física de Canaã, nem mesmo o dia do sábado; é o próprio céu!

O capítulo três começa chamando nossa atenção para os papéis de Jesus como Apóstolo e Sumo Sacerdote. O capítulo 4 termina encorajando o cristão a conservar-se firme na sua confissão e apelar para seu Sumo Sacerdote, por auxílio no tempo da necessidade (4:14-16).

Perguntas para estudar:

1. Jesus é considerado digno de mais glória do que quem?

2. O descanso prometido ainda permanece?

3. É possível para um cristão não entrar no descanso prometido?

4. Existem coisas que podemos esconder de Deus?

Estudo Textual: Hebreus 5:1 - 6:20
Diligente até o Fim

Jó clamou em seu desespero: “Não há entre nós árbitro que ponha a mão sobre nós ambos?” (Jó 9:33). Jó percebeu que não era capaz de falar diretamente com Deus, por causa de sua majestade, e sentiu agudamente a falta de um mediador ou árbitro. O autor de Hebreus, contudo, observa que temos um mediador entre nós e Deus. Ele é nosso Sumo Sacerdote Jesus Cristo.

Jesus foi indicado pelo Pai para ser sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque (veja Gênesis 14); ele não se deu essa honra (Hebreus 5:5-10). Há um grande contraste, contudo, entre os sacerdotes levíticos e Jesus Cristo. Todo sumo sacerdote levítico poderia verdadeiramente simpatizar com a situação difícil dos homens pecadores, porque todo sacerdote era, ele mesmo, culpado de pecado (Hebreus 5:1-3). Assim sendo, ele tinha que primeiro oferecer sacrifício por seus próprios pecados e então podia fazer intercessão pelo restante do povo (veja Levítico 16). Jesus foi tentado, como nós somos, mas sem pecar. Ele foi obediente ao Pai e assim se tornou o autor da salvação eterna de todos aqueles que o obedecem.

Quando o autor se prepara para continuar sua discussão do sacerdócio de Melquisedeque mais adiante, ele percebe que seus leitores não estão preparados para entender tais assuntos. Eles têm sido cristãos por tempo suficiente para que sejam espiritualmente maduros, isto é, sejam capazes de ensinar outros mas, em vez disso, deixaram de crescer em conhecimento e experiência (5:11-14). Assim, eles são capazes de entender somente as coisas simples do evangelho, o “leite” da palavra.

Todos os cristãos começam suas vidas espirituais como “bebês” em Cristo, mas precisam crescer para amadurecer (6:1). Permanecer um infante espiritual pode resultar em afastar-se de Cristo (6:4-6). O cristão que rejeita Jesus está na realidade agindo justamente como aqueles que realmente crucificaram Jesus! Ele crucifica Jesus de novo e o envergonha abertamente. Se um cristão rejeita Cristo, que mais o evangelho oferece para levá-lo ao arrependimento?

O Escritor de Hebreus, contudo, estimula seus leitores, observando que ele não pensa que eles estejam em tal estado. Mas espera que eles continuem nos trabalhos que tinham iniciado (6:9-12). Mas que garantia têm os cristãos de que, depois que tiverem trabalhado diligentemente e suportado as tribulações pacientemente serão, de fato, salvos da eterna destruição? O autor cita o exemplo de Abraão, a quem Deus fez uma promessa (6:13-17). Quando Abraão pacientemente suportou, obteve o cumprimento da promessa, porque a palavra de Deus é imutável. O exemplo de Abraão é um forte encorajamento para aqueles que estão agora confiantes em que Deus lhes dará a vida eterna, como ele prometeu àqueles que o obedecem (Hebreus 5:9).

Perguntas para estudar:

1. Estavam os cristãos hebreus crescendo espiritualmente?

2. É possível a um cristão afastar-se de Cristo?

3. Quem é um exemplo do fato que Deus mantém suas promessas?

Estudo Textual: Hebreus 7:1-28
Jesus: Um Sumo Sacerdote Superior

O autor de Hebreus identificou Jesus como sumo sacerdote de acordo com a ordem de Melquisedeque, tanto no capítulo 5 como no 6. Mas quem é Melquisedeque? Por que Jesus é um sacerdote segundo a ordem de Melquisedeque, em vez da ordem levítica?

No capítulo 7, o autor responde a ambas as questões. Melquisedeque aparece na história bíblica durante apenas um curto período (veja Gênesis 14:18-20). Porque a Bíblia não registra seu nascimento, morte nem mesmo sua genealogia, Melquisedeque parece ser de natureza eterna, como o Filho de Deus. Ele é identificado como sendo tanto o rei de Salém como sacerdote do Deus Altíssimo.

O autor deseja demonstrar a superioridade do sacerdócio de Jesus sobre o de Arão e, assim, ele afirma a superioridade de Melquisedeque sobre Levi. Ele o faz, em parte, observando que Melquisedeque abençoou Abraão (o menor é abençoado pelo maior) e que Abraão, que tinha as promessas, pagou dízimo a Melquisedeque. Num sentido figurado, Levi, descendente de Abraão, também pagou dízimo a Melquisedeque, através de Abraão.

Mas por que uma outra ordem de sacerdócio, segundo Melquisedeque era necessária? A resposta é que o sacerdócio levítico não era adequado (7:11,27). Nem a Jesus era permitido ser sacerdote segundo a ordem de Levi. Os sacerdotes vinham da tribo de Levi, mas Jesus era da tribo de Judá (7:13-14). A lei de Moisés nada dizia sobre homens de Judá se tornarem sacerdotes e, assim, isso era proibido. O homem não deve ir além do que Deus autorizou.

Para que Jesus fosse um sacerdote, o sacerdócio tinha que ser mudado. Desde que o sacerdócio e a lei de Moisés estavam intimamente ligados, se o sacerdócio for mudado, então a lei também precisa ser mudada (7:12,18-19). Aqueles que querem viver sob a lei de Moisés, hoje em dia, desligam-se do sacerdócio de Jesus porque ele não pode ser sacerdote sob essa lei! O sacerdócio de Jesus é, então, uma garantia de que uma lei (ou aliança) melhor foi estabelecida (7:20-22).

Por que alguém haveria de querer voltar à Velha Lei e ao sacerdócio levítico? Jesus é um Sumo Sacerdote superior. Ele foi feito sacerdote pelo poder de uma vida infindável, e não através de um mandamento carnal (a Lei de Moisés). Diferente dos sacerdotes levíticos, que eram incapazes de continuar a servir por causa da morte, Jesus vive sempre para fazer intercessão por nós. Jesus foi feito sacerdote através do imutável juramento de Deus.

Os sacerdotes levíticos eram fracos porque pecavam assim como os homens pelos quais eles faziam intercessão. Jesus, contudo, é santo, imaculado e separado dos pecadores. Ele não tem que fazer oferenda por si mesmo, como os sacerdotes levíticos tinham que fazer. De muitas maneiras, Jesus é verdadeiramente o sumo sacerdote superior!

Perguntas para estudar:

1. Como Melquisedeque é semelhante a Jesus?

2. Por que Jesus é incapaz de ser um sacerdote sob a lei de Moisés?

3. O silêncio de Deus autoriza alguma coisa?

4. O sacerdócio de Jesus é garantia do quê?

Estudo Textual: Hebreus 8:1-13
Uma Aliança Melhor

O trabalho do sacerdote é fazer as oferendas e sacrifícios no santuário (Hebreus 8:3). Como nosso Sumo Sacerdote celestial, Jesus também serve num santuário, mas este é um santuário que não foi feito por mãos humanas, como o foi o tabernáculo. Jesus é, não somente superior aos profetas do Velho Testamento, aos anjos, a Moisés e a Aarão, mas é também um melhor sumo sacerdote, que ministra num santuário melhor. Ele é o mediador de uma aliança melhor estabelecido sobre melhores promessas (8:2, 6).

Alguns dos destinatários originais de Hebreus estavam pensando em retornar ao judaísmo. O autor de Hebreus quer que eles entendam como seria tolo deixar uma aliança melhor para retornar a uma imperfeita. Se o primeiro pacto tivesse sido infalível, não teria havido necessidade de outro (8:7). Até mesmo o santuário associado com a Lei de Moisés, o tabernáculo construído no Monte Sinai, era apenas uma cópia e uma sombra do santuário celestial.

O que estava errado com a aliança feita com Israel no Monte Sinai? Realmente, nada havia de errado com o pacto em si; ele cumpria as funções que Deus pretendia. Ele identificava o pecado, encorajava a santidade entre o povo escolhido de Deus e apontava aos homens em direção a Cristo e à graça de Deus. O escritor de Hebreus nota que a falha estava realmente no povo de Deus, e não na aliança (8:8-9). Um homem poderia ser declarado justo sob a Velha Lei se a guardasse perfeitamente, nunca violando um único preceito (Levítico 18:4-5). Mas o povo de Israel não guardava a lei de Deus e assim ela se tornou um instrumento de morte espiritual para ele (Romanos 7:10-13). Mas Deus deu ao homem a esperança, prometendo através do profeta Jeremias que ele faria um novo pacto com seu povo.

Um indivíduo se tornava parte do povo de Israel pelo nascimento físico e era circuncidado no oitavo dia como sinal da aliança. Mais tarde, quando o menino tinha idade bastante para entender, era-lhe ensinada a lei com a esperança de que ele decidisse obedecê-la. A lei de Moisés foi escrita em tábuas de pedra, mas muitos israelitas não escreveram a lei de Deus em seus corações.

O novo pacto, contudo, é diferente, como Jeremias profetizou. É ensinado às pessoas primeiro e elas se tornam parte da nação escolhida de Deus somente depois de aceitarem as condições para se tornarem parte dessa nação (Hebreus 8:11). Elas serão verdadeiramente o povo de Deus porque sua lei estará escrita em seus corações. Todos na casa espiritual de Israel (a igreja) conhecem o Senhor porque ninguém pode se tornar parte da nação eleita sem primeiro conhecer o Senhor!

Mas a nova aliança é diferente de outra maneira. O perdão estaria disponível através do sacrifício de Jesus Cristo (8:12). Não haveria mais necessidade de sacrifícios anuais no Dia da Expiação como a lei de Moisés exigia (veja Levítico 16). Jesus, o sacrifício perfeito, precisou oferecer a si mesmo somente uma vez. Por que haveríamos de querer voltar ao velho e imperfeito, quando Deus providenciou um pacto novo e melhor, com um melhor Sumo Sacerdote?

Perguntas para estudar:

1. Como um indivíduo se tornava parte da nação física de Israel?

2. A circuncisão carnal era uma garantia de uma vida de obediência a Deus?

3. Sob a nova aliança, o que vem primeiro: o conhecimento ou a cidadania na nação espiritual de Deus?

Estudo Textual: Hebreus 9:1-28
Um Ministério Mais Excelente

Sob a Lei de Moisés, o povo de Israel tinha um santuário (o tabernáculo) e um sumo sacerdote que servia como um intercessor pelo povo diante de Deus. O autor de Hebreus já identificou Jesus Cristo como nosso Sumo Sacerdote, um ministro do tabernáculo verdadeiro (4:14; 8:1-2). No capítulo nove, o escritor discute o serviço de Jesus no tabernáculo verdadeiro.

O livro de Êxodo registra a construção do tabernáculo (capítulos 25-30). Era basicamente uma tenda elaborada e dividida em duas salas por um véu. A sala maior era chamada o Santo Lugar e a menor era chamada Santo dos Santos. Cada sala tinha seus próprios móveis e o escritor de Hebreus menciona brevemente essas peças (9:1-5).

Os sacerdotes do Velho Testamento entravam diariamente no Santo Lugar, executando o seu serviço. Mas somente o sumo sacerdote podia entrar no Santo dos Santos. Uma vez por ano, no Dia da Expiação, o sumo sacerdote entrava no Santo dos Santos com o sangue de um touro, por seus próprios pecados e, novamente, com o sangue de um bode, pelos pecados do povo (9:6-7). Ele pegava este sangue e o aspergia sobre o propiciatório, a cobertura da arca da aliança, oferecendo-o a Deus. Era no Santo dos Santos que um homem podia chegar à presença de Deus, mas somente o sumo sacerdote era capaz de entrar e era exigido que se defumasse a sala com incenso, antes de entrar! Leia Levítico 16 para ver uma descrição completa do ritual que o sumo sacerdote seguia no Dia da Expiação.

O véu que separava o Santo Lugar do Santo dos Santos simbolizava o fato que o caminho à presença de Deus ainda não estava aberto para a humanidade. Quando Jesus morreu na cruz, o véu entre o Santo Lugar e o Santo dos Santos foi rasgado (Mateus 27:51). Este foi o modo de Deus mostrar que o acesso a sua presença era agora disponível a todos, através do sacrifício de Jesus (veja Hebreus 6:19-20; 10:19-22)!

Como os sumos sacerdotes do Velho Testamento, Jesus ofereceu sangue na presença de Deus, porém Jesus ofereceu seu próprio sangue, derramado na cruz, e ofereceu-o no verdadeiro tabernáculo, o próprio céu (9:12, 24-26).

O autor de Hebreus já identificou Jesus como Mediador de uma aliança melhor (8:6). Agora ele explica que o sangue de Jesus alcança até os pecados sob a primeira aliança, a Lei de Moisés (9:15). As coisas do tabernáculo do Velho Testamento eram purificadas com o sangue de animais, mas Jesus ofereceu um sacrifício melhor, que pode verdadeiramente obter a redenção do pecado. Ainda que os sumos sacerdotes do Velho Testamento oferecessem sangue todos os anos pelos pecados do ano anterior, Jesus entrou no céu, na presença de Deus, uma vez por todas (9:12, 27-28).

Perguntas para estudar::

1. Sob a Lei de Moisés, onde o homem se encontrava com Deus?

2. O que os sumos sacerdotes do Velho Testamento levavam para o Santo dos Santos?

3. Onde Jesus foi para oferecer seu sangue na presença de Deus?

4. Quantas vezes Jesus se oferecerá como sacrifício?

Estudo Textual: Hebreus 10:1-39
Entremos Ousadamente no Santo dos Santos

Do que precisa o pecador? Ele precisa ser perdoado e purificado da culpa por seus pecados. Mas o perdão requer um sacrifício que seja capaz de satisfazer as exigências da justiça. A lei de Moisés não podia prover um sacrifício como esse. Sob aquela lei, o sangue dos animais era oferecido a Deus, mas o autor de Hebreus observa que tal sangue “não podia tirar meus pecados” (10:4,11). A repetição constante desses sacrifícios era uma lembrança contínua de que não eram adequados à remissão de pecados (10:1-3). Contudo, esses sacrifícios de animais eram “sombras” do sacrifício perfeito que seria oferecido por Jesus (10:1).

Deus não se alegrava com os sacrifícios oferecidos sob a lei de Moisés, no sentido em que eles eram inadequados para pagar a pena pelos pecados cometidos. Jesus, contudo, veio a este mundo e foi totalmente obediente ao Pai (10:9). Como resultado, ele foi capaz de oferecer a si mesmo, isto é, uma vida imaculada pelo pecado, como um sacrifício perfeito. Diferente dos sacrifícios do Velho Testamento, Jesus ofereceu a si mesmo uma única vez, porque seu sacrifício garantia a remissão dos pecados (10:10-12,14,18).

Sob a lei de Moisés, somente ao sumo sacerdote era permitido entrar na parte do tabernáculo conhecida como o Santo dos Santos, e ele tinha que ser cerimonialmente purificado antes que pudesse entrar na presença de Deus ali. O sacrifício de Jesus tornou possível para nós nos aproximarmos de Deus, e finalmente entrar ousadamente no próprio céu, purificados pelo sangue de Jesus Cristo de todos os nossos pecados (10:19-22; veja 9:24-26).

É importante que nos encorajemos uns aos outros para permanecermos firmes em nossa esperança de entrar na presença de Deus no céu. O Senhor deseja que os cristãos se reúnam regularmente de modo a encorajar uns aos outros ao amor e às boas obras. O escritor de Hebreus observa que alguns cristãos tinham parado de se reunir com os outros santos (10:23-25).

Se nós, que fomos santificados pelo sangue de Jesus através de nossa obediência ao evangelho, mais tarde rejeitarmos seu sacrifício e retornarmos ao mundo ou mesmo à lei de Moisés, o que mais ficará como sacrifício pelo pecado? Absolutamente nada! Quando os israelitas rejeitavam a lei de Moisés, o castigo era certo (10:28). O que fará Deus com aqueles que rejeitam o sacrifício perfeito de Jesus, seu Filho unigênito? O castigo será ainda mais certo e horrível (10:26-31).

Temos que permanecer fiéis até o fim, apesar da perseguição e tribulação. Os cristãos que receberam primeiro esta epístola tinham sofrido no passado; o escritor inspirado encoraja-os a não desistir para que possam receber a promessa (10:32-36). Mais uma vez ele afirma não somente que é possível afastar-se de Cristo, mas também que essa pessoa será perdida (10:39).

Perguntas para estudar:

1. Podem os sacrifícios de animais tirar nossos pecados?

2. Por que Jesus teve que se oferecer apenas uma vez?

3. Por que os cristãos precisam encontrar-se?

4. É possível a quem foi santificado pelo sangue de Jesus mais tarde calcar aos pés o Filho de Deus?

Estudo Textual: Hebreus 11:1-40
Fé Obediente

Palavras de encorajamento podem ajudar uma pessoa a se comportar bem, mas um bom exemplo é ainda mais poderoso. O autor de Hebreus concluiu o capítulo 10 observando que ele só viverá pela fé (Habacuque 2:4), o tipo de fé que leva uma pessoa a perseverar na obediência ao Senhor até o fim. Somente então se receberá a recompensa prometida (Hebreus 10:35-39). No capítulo 11 ele ilustra esse tipo de fé observando os exemplos de homens e mulheres do Velho Testamento.

A fé nos permite esperar aquelas coisas que não podemos ver (11:1; veja Romans 8:24). Se não podemos ver aquilo em que temos esperança, como saber que isso existe ou que o receberemos? A funcão da fé é que ela substitui a prova objetiva da coisa na qual temos esperança. O autor ilustra o papel da fé quando ele observa que cremos que o universo foi criado pela palavra de Deus porque os Escrituras revelam esse fato e temos confiança na veracidade tanto de Deus como de sua palavra.

Começando com Abel, o escritor cita exemplos específicos de fé. Mas o autor não está escrevendo sobre fé “morta” (Tiago 2:26); em cada caso ele observa que foi a obediênca a Deus que resultou da fé (11:4-31). Por exemplo:

- Abel... ofereceu... mais excelente sacrifício (11:4)

- Enoque...agradou a Deus (11:5)

- Noé...aparelhou uma arca (11:7)

- Abraão... obedeceu, peregrinou, ofereceu (11:8,9,17)

- Moises...celebrou a Páscoa (11:28)

- Os israelitas... capturaram Jericó (11:30)

Os exemplos de fé obediente são muito numerosos para serem todos listados e, assim, o autor conclui mencionado em geral alguns dos modos pelos quais os indivíduos tinham obedecido a Deus, apesar das provações envolvidas (11:32-38).

Cada uma destas pessoas não somente creu que Deus existia, mas creu nas promessas que ele fez (11:6). Algumas delas perceberam que não receberiam essas promessas durante sua vida, mas assim mesmo confiaram em Deus e agiram de acordo (11:13-16,22,35).

O autor conclui o capítulo afirmando que, apesar da sua fé impressionante, todas essas pessoas esperaram o cumprimento da promessa, isto é, a vinda do Messias e de seu reino (11:39). Seus leitores, que já estavam gozando das bênçãos espirituais em Cristo, precisavam imitar a fé daquelas pessoas do Velho Testamento!

Perguntas para estudar:1. Como os antigos conseguiram um bom testemuunho?

2. Neste capítulo, o que sempre acompanhou a fé?

3. Como Noé demonstrou sua fé?

4. Quem ofereceu seu filho unigênito em obediencia a Deus?

Estudo Textual: Hebreus 12:1-29
Corramos a Corrida

O escritor de Hebreus completou seu argumento principal no capítulo dez. Nos capítulos anteriores ele demonstrou a superioridade de Jesus sobre os profetas do Velho Testamento, os anjos, Moisés e Arão. Ele demonstrou a natureza do sacerdócio de Jesus e a eficácia do seu sacrifício. Ele também apresentou argu-mentos para mostrar que a lei de Moisés tinha sido removida. Tendo reassegurado os hebreus de que eles estavam certos em abraçar Jesus, ele agora usa a figura de uma corrida para exortá-los a perseverar em sua vocação (12:1-4).

No capítulo onze ele citou os muitos exemplos de fé obediente, ou perseve-rança. Todas aquelas pessoas são testemunhas do fato de que a corrida pode ser vencida (12:1). O autor também encoraja seus leitores a “correr a corrida” com seus olhos fixos em Jesus, estimu-lando sua paciência no sofrimento (12:2-3a). Os hebreus estavam em perigo de ficarem cansados e desencorajados, ainda que não tivessem sofrido tanto como Jesus (12:3-4).

Os hebreus são advertidos a não serem desencorajados pela disciplina do Senhor, mas antes se lembrarem do propósito dela (12:5, 10b-11). O autor observa a relação da punição com a condição de filho. A punição é um sinal de filiação; sua ausência indica que não se é filho (12:7-8). A punição não é agradável, mas desde que o castigo é geralmente aceito quando vem de pais carnais que cometem enganos, ele argumenta para chegar à mais certa conclusão de que os cristãos devem aceitar a punição de seu Pai celestial, que não comete tais enganos (12:9-11). Em vez de abandonar a corrida, isto é, voltar ao judaísmo, os hebreus precisam fazer esforços renovados para terminar a corrida (12:12-13).

O autor manda que os hebreus estejam em guarda para que nenhum deles acredite que possa gozar das bênçãos de Deus pela simples associação com o povo de Deus, em vez de ser por uma vida de fé e obediência (12:15; Deuteronômio 29:14-29). Estes cristãos precisavam também ter o adequado respeito pelas vantagens espirituais oferecidas pela nova aliança, em vez de seguirem o exemplo de Esaú que não teve nenhum cuidado com os privilégios espirituais (12:16-17; 10:29; Gênesis 25:29-34; 27:1-40).

Na verdade, os hebreus “não tinham que chegar” a um pacto entregue com impressionantes manifestações físicas (12:18-21; Êxodo 19:20), isto é, a lei de Moisés, mas antes a um pacto com superiores privilégios espirituais (12:22-24).

O autor completa o capítulo doze com a última das maiores advertências do seu livro (12:25-29). Não há escapatória para aqueles que desafiam Deus, rejeitando sua palavra.

Perguntas para estudar:

1. Qual figura o autor usa para ilustrar a necessidade de perseverança?

2. A quem o Senhor castiga?

3. O que fez Esaú que demonstrou seu desinteresse pelas coisas espirituais?

4. O que é que “não pode ser abalado?”

Estudo Textual: Hebreus 13:1-25
Com Jesus Fora do Acampamento

Nos primeiros doze capítulos de Hebreus, o raciocínio do autor é muito lógico e bem encadeado, cada ponto levando ao próximo. Contudo, no capítulo treze, seu argumento é completado e parece que ele junta num só grupo uma série de exortações sem relação.

Em 13:1 e 3, os hebreus são exortados a continuar a mostrar seu amor fraternal, especialmente na forma de benevolência com os prisioneiros, que freqüentemente eram forçados a depender de amigos para satisfazer suas necessidades. O autor também encoraja o costume da hospitali-dade, afirmando que nem sempre se sabe as bênçãos que podem resultar (13:2; veja Gênesis 18:1-8, 22; 19:1). Ele adverte contra a imoralidade sexual e a ganância, observando que o Senhor prometeu nunca abandonar os cristãos (13:4-6).

Alguns dos seus leitores estavam pensando em retornar ao judaísmo, mas o escritor encoraja-os a considerar o resultado da fé daqueles que lhes ensinaram a Palavra de Deus. Ele garante aos seus leitores que eles podem esperar o mesmo prêmio por uma fidelidade semelhante, porque Jesus é imutável (13:7-8).

Em 13:10-14, o escritor faz uma breve exortação baseada no sistema sacrificial do Velho Testamento. A expressão “comer do altar” (13:10) se refere ao fato que aos sacerdotes levíticos era permitido comer partes de alguns dos sacrifícios oferecidos. Contudo, os sacerdotes não comiam da oferenda pelo pecado (Levítico 16:27); os corpos dos animais oferecidos no Dia da Expiação eram queimados fora do acampamento. O autor identifica Jesus como uma oferenda pelo pecado, observando que ele sofreu fora do acampamento (Jesus foi crucificado fora da cidade de Jerusalém). Para comer (gozar das bênçãos) desta oferenda perfeita pelo pecado deve-se sair do acampamento (deixar o judaísmo), um ato que envolveria alguma censura (13:12-13). Tal censura poderia significar pouco para aquela mente que está posta num lar celestial afinal (13:14). O ponto do autor é, claramente, que aqueles que desejam viver sob a Lei de Moisés não gozam as bênçãos do sacrifício de Cristo!

O serviço de um sacerdote é oferecer sacrifícios (5:1). Desde que os cristãos são sacerdotes espirituais (1 Pedro 2:5, 10) com Jesus como seu sumo sacerdote, eles precisam oferecer sacrifícios espirituais a Deus. O escritor identifica alguns destes sacrifícios (13:15-16; veja também Romanos 12:1).

segunda-feira, 2 de maio de 2016

trinta razao pra nao guardar o sabado

Resumo do Livro
TRINTA RAZÕES POR QUE NÃO GUARDO O SÁBADO
 As trinta razões por que não guardo o Sábado mencionadas aqui, não são as únicas, todavia penso que são suficientes para demonstrar cabalmente que nenhum ser humano, seja gentio ou judeu, uma vez convertido a Cristo, tem qualquer obrigatoriedade com a guarda do Sábado, visto ser ele um preceito da lei de Moisés, a qual consistia em um concerto entre o Senhor e Israel comente. Todavia, como Jesus colocou o Velho Concerto de lado ao cumprí-lo totalmente, e ao estabelecer um Novo Concerto, hoje, nem mesmo o judeu tem qualquer compromisso com a guarda do Sábado, uma vez estando em Cristo Jesus.
Sugiro ao prezado leitor uma leitura sem prevenção doutrinária, e com honestidade e humildade no exame dos textos citados, pedindo a direção do Espírito Santo na interpretação dos mesmo.
PRIMEIRA RAZÃO
O SÁBADO FAZ PARTE DE UM CONCERTO OU PACTO ENTRE DEUS E O POVO ISRAELITA E NINGUÉM MAIS.
Falou mais o SENHOR a Moisés, dizendo: Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica. Portanto guardareis o sábado, porque santo é para vós; aquele que o profanar certamente morrerá; porque qualquer que nele fizer alguma obra, aquela alma será eliminada do meio do seu povo. Seis dias se trabalhará, porém o sétimo dia é o sábado do descanso, santo ao SENHOR; qualquer que no dia do sábado fizer algum trabalho, certamente morrerá. Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se. (Êxodo 31:12-17)
(Obs [minha, de Miguel Ângelo]: Deus menciona a morte para todo aquele que profanar o Sábado e isto faz parte da ordem de Deus para o pleno cumprimento da lei do Sábado. Será que os Adventistas estão dispostos a "exterminam do meio do povo" quem profana o Sábado para o pleno cumprimento da Lei? Ver Gálatas 3:10)
SEGUNDA RAZÃO
ANTES DO CONCERTO DO SINAI DEUS NÃO ORDENOU A NINGUÉM QUE GUARDASSE O SÁBADO.
A ÚNICA Lei dada por Deus ao homem a princípio foi a que está inserida em Gênesis 2:16-17:
E ordenou o SENHOR Deus ao homem, dizendo: De toda a árvore do jardim comerás livremente, Mas da árvore do conhecimento do bem e do mal, dela não comerás; porque no dia em que dela comeres, certamente morrerás. Quando o Senhor chamou Abraão e lhe anunciou o Evangelho da salvação, o qual viria a ser revelado de maneira mais ampla e clara com a vinda de Jesus, nada lhe comunicou quanto à necessidade de se guardar o Sábado, ou mesmo a "Lei de Moisés", coo algo necessário para se obter a salvação, conforme registardo em Gálatas 3:8. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus havia de justificar pela fé os gentios, anunciou primeiro o evangelho a Abraão, dizendo: Todas as nações serão benditas em ti.
TERCEIRA RAZÃO
O SÁBADO ERA UM PACTO ENTRE DEUS E OS ISRAELITAS. ERA BILATERAL. SÓ TERIA VALIDADE COM A ACEITAÇÃO E O CUMPRIMENTO DE AMBAS AS PARTES.
Chega-te tu, e ouve tudo o que disser o SENHOR nosso Deus; e tu nos dirás tudo o que te disser o SENHOR nosso Deus, e o ouviremos, e o cumpriremos. (Deut. 5:27) Antes por amor deles me lembrarei da aliança com os seus antepassados, que tirei da terra do Egito perante os olhos dos gentios, para lhes ser por Deus. Eu sou o SENHOR. Estes são os estatutos, e os juízos, e as leis que deu o SENHOR entre si e os filhos de Israel, no monte Sinai, pela mão de Moisés. (Lev. 26:45, 46)
QUARTA RAZÃO
O SÁBADO CONSTA DO DECÁLOGO E ESTA NÃO É A PARTE MAIS IMPORTANTE DA LEI DE DEUS.
E um deles, doutor da lei, interrogou-o para o experimentar, dizendo: Mestre, qual é o grande mandamento na lei? E Jesus disse-lhe: Amarás o Senhor teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todo o teu pensamento. Este é o primeiro e grande mandamento. E o segundo, semelhante a este, é: Amarás o teu próximo como a ti mesmo. Destes dois mandamentos dependem toda a lei e os profetas. (Mateus 22:35-40)
Mas, se vós soubésseis o que significa: Misericórdia quero, e não sacrifício, não condenaríeis os inocentes. Porque o Filho do homem até do sábado é Senhor. (Mateus 12:7-8)
Amarás, pois, o SENHOR teu Deus de todo o teu coração, e de toda a tua alma, e de todas as tuas forças. (Deuteronômio 6:5)
Agora, pois, ó Israel, que é que o SENHOR teu Deus pede de ti, senão que temas o SENHOR teu Deus, que andes em todos os seus caminhos, e o ames, e sirvas ao SENHOR teu Deus com todo o teu coração e com toda a tua alma (Deuteronômio 10:12)
QUINTA RAZÃO
A PALAVRA "LEI" EM NENHUMA DAS 400 VEZES QUE OCORRE NA BÍBLIA SE REFERE SOMENTE AO DECÁLOGO, ONDE ENCONTRAMOS A GUARDA DO SÁBADO.
Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz (Efésios 2:15)
Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. (Colossenses 2:14)
Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também. (Atos 15:10 – 11)
Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (Hebreus 7:18)
SEXTA RAZÃO
O SÁBADO NÃO É UMA INSTITUIÇÃO PERPÉTUA, COMO A LEI NÃO É.
Porque, se o que era transitório foi para glória, muito mais é em glória o que permanece. (II Cor. 3:11)
Mas digo isto: Que tendo sido a aliança anteriormente confirmada por Deus em Cristo, a lei, que veio quatrocentos e trinta anos depois, não a invalida, de forma a abolir a promessa. Porque, se a herança provém da lei, já não provém da promessa; mas Deus pela promessa a deu gratuitamente a Abraão. Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. Porque todos sois filhos de Deus pela fé em Cristo Jesus. (Gal. 3:17-26)
SÉTIMA RAZÃODEUS ABORRECE O SÁBADO, PORQUE ENVOLVE UM PRECEITO CERIMONIAL CARENTE DA VERDADEIRA FÉ.

Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e as luas novas, e os sábados, e a convocação das assembleias; não posso suportar iniqüidade, nem mesmo a reunião solene. As vossas luas novas, e as vossas solenidades, a minha alma as odeia; já me são pesadas; já estou cansado de as sofrer. (Isaías 1:13-14)
O SENHOR, em Sião, pôs em esquecimento a festa solene e o sábado, e na indignação da sua ira rejeitou com desprezo o rei e o sacerdote. (Lamentações de Jeremias 2:6b)
E farei cessar todo o seu gozo, as suas festas, as suas luas novas, e os seus sábados, e todas as suas festividades. (Oséias 2:11)
OITAVA RAZÃO
O SÁBADO FAZ PARTE DA LEI E ESTA FOI TOTALMENTE ABOLIDA POR CRISTO.
Porque ele é a nossa paz, o qual de ambos os povos fez um; e, derrubando a parede de separação que estava no meio, Na sua carne desfez a inimizade, isto é, a lei dos mandamentos, que consistia em ordenanças, para criar em si mesmo dos dois um novo homem, fazendo a paz (Efésios 2:14-15)
Havendo riscado a cédula que era contra nós nas suas ordenanças, a qual de alguma maneira nos era contrária, e a tirou do meio de nós, cravando-a na cruz. (Colossenses 2:14)
Porque o precedente mandamento é ab-rogado por causa da sua fraqueza e inutilidade (Hebreus 7:18)
Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar. (Hebreus 8:13)
Então disse: Eis aqui venho, para fazer, ó Deus, a tua vontade. Tira o primeiro, para estabelecer o segundo. (Hebreus 10:9)
O que está evidente nos textos acima citados ? Ao cumprir Cristo a Lei, esta foi por ele:
Desfeita, Riscada, Tirada de nosso meio, Cravada na Cruz, Ab-rogada,Acabada por envelhecer,Tirada para dar lugar à graça
 Por que alguns procuram complicar uma coisa que é tão simples ? Cabe aqui a advertência de Paulo ergistrada em II Coríntios 11:3 "Mas temo que, assim como a serpente enganou Eva com a sua astúcia, assim também sejam de alguma sorte corrompidos os vossos sentidos, e se apartem da simplicidade que há em Cristo."
A complicação com as coisas simples do Evangelho geram confusão doutrinária, e esta conduz à heresia; daí surgirem aqueles que dizem que, para ser salvo, o homem tem que guardar o Sábado, e que, quem guarda o Domingo tem o sinal da besta.
Jesus Cristo , o único que cumpriu realmente a lei, "cravando-a na cruz", recusou-se a guardar o Sábado do fariseu. Ressuscitou no Domingo, primeiro dia da semana, e sua igreja tomou esse dia como seu dia de descanso. E Jesus Cristo não proibiu essa inovação, nem chamou de bestas os primeiros cristãos que começaram a guardar o Domingo como seu dia de repouso e culto. Besta é o homem que troca o amor e a graça pelos rigores da lei – que só condena...
NONA RAZÃO
ESTAMOS EM UM NOVO CONCERTO, O DA GRAÇA.
Mas agora alcançou ele ministério tanto mais excelente, quanto é mediador de uma melhor aliança que está confirmada em melhores promessas. Porque, se aquela primeira fora irrepreensível, nunca se teria buscado lugar para a segunda. Porque, repreendendo-os, lhes diz: Eis que virão dias, diz o Senhor, Em que com a casa de Israel e com a casa de Judá estabelecerei uma nova aliança, Não segundo a aliança que fiz com seus pais No dia em que os tomei pela mão, para os tirar da terra do Egito; Como não permaneceram naquela minha aliança, Eu para eles não atentei, diz o Senhor. Porque esta é a aliança que depois daqueles dias Farei com a casa de Israel, diz o Senhor; Porei as minhas leis no seu entendimento, E em seu coração as escreverei; E eu lhes serei por Deus, E eles me serão por povo; E não ensinará cada um a seu próximo, Nem cada um ao seu irmão, dizendo: Conhece o Senhor; Porque todos me conhecerão, Desde o menor deles até ao maior. Porque serei misericordioso para com suas iniqüidades, E de seus pecados e de suas prevaricações não me lembrarei mais. Dizendo Nova aliança, envelheceu a primeira. Ora, o que foi tornado velho, e se envelhece, perto está de acabar. (Hebreus 8:6-13)
Mais importante que Ter uma lei do Senhor par condenar o pecado é Ter o Senhor, cheio de graça e amor, salvando o pecado, libertando e dando a condição para se viver nele, em novidade e santidade de vida.
DÉCIMA RAZÃO
NO NOVO CONCERTO, SOB O QUAL ESTAMOS, NÃO EXISTE MANDAMENTO PARA GUARDAR O SÁBADO, EMBORA ENCONTREMOS TODOS OS OUTROS DO DECÁLOGO.
Mandamento, Antigo Testamento, Novo Testamento
1.ºÊxodo 20:2-3 I Coríntios 8:4-6;Atos 17:23-31
2.º Êxodo 20:5,6,I João 5:21
3.º Êxodo 20:7 Tiago 5:12
4.º

Êxodo 20:8-11

? ? ? ? ? ? ? ? ? ?

5.º

Êxodo 20:12

Efésios 6:1-3

6.º

Êxodo 20:13

Romanos 13:9

7.º

Êxodo 20:14

I Coríntios 6:9-10

8.º

Êxodo 20:15

Efésios 4:28

9.º

Êxodo 20:16

Colossenses 3:9;Tiago 4:11

10.º

Êxodo 20:17

Efésios 5:3





Em nenhum lugar do Novo Testamento encontramos qualquer texto que ensine o que o cristão deve guardar o Sábado como mandamento e que, uma vez quebrado, traga condenação da parte do Senhor.



DÉCIMA-PRIMEIRA



JESUS CRISTO, O MEDIADOR DO NOVO CONCERTO, E NOSSO SALVADOR, NUNCA ORDENOU A NINGUÉM QUE GUARDASSE O SÁBADO.



Se fosse para o cristão guardar o Sábado, como alguns afirmam, por que será que Jesus não o ordenou ? Teria ele cometido tamanha lapso de memória ? Que tipo de Mestre seria esse que iria exigir de seus discípulos a guarda de um preceito, sem nunca tê-lo ensinado ? Ridículo, não acha ? Um simples homem poderia esquecer, todavia ficaria sem moral para exigir cumprimento por parte dos seus seguidores. Todavia, Jesus não esqueceu, porque jamais teve intenção de ensiná-lo. Jesus não foi, nem é algum tolo, como alguns o querem fazer. Ele é o Filho de Deus que tudo sabe (João 2:25)



E por esta causa os judeus perseguiram a Jesus, e procuravam matá-lo, porque fazia estas coisas no sábado. E Jesus lhes respondeu: Meu Pai trabalha até agora, e eu trabalho também. Por isso, pois, os judeus ainda mais procuravam matá-lo, porque não só quebrantava o sábado, mas também dizia que Deus era seu próprio Pai, fazendo-se igual a Deus. (João 5:16-18)



DÉCIMA-SEGUNDA RAZÃO



O MINISTÉRIO DA LEI (O SÁBADO TAMBÉM) FINDOU COM O MINISTÉRIO DE JOÃO BATISTA.



A lei e os profetas duraram até João; desde então é anunciado o reino de Deus, e todo o homem emprega força para entrar nele. (Lucas 16:16)

Porque todos os profetas e a lei profetizaram até João. (Mateus 11:13)

Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. (João 1:17)





DÉCIMA-TERCEIRA RAZÃO



A GUARDA DO SÁBADO NÃO JUSTIFICA NINGUÉM, PORQUE A LEI NÃO FOI DADA PARA JUSTIFICAR, MAS PARA REVELAR AO HOMEM O SEU PECADO.



Em geral, quem guarda o Sábado o faz procurando alcançar favor de Deus, procurando melhorar sua situação diante de Deus. Dizem que quem não guarda o Sábado não poderá ser salvo. Todavia isso é um absurdo, porque a lei do Sábado é preceito da lei, e não foi dada com o objetivo de justificar ninguém. A finalidade da lei é mostrar ao homem o seu pecado e então levá-lo até Jesus Cristo, para que, a pessoa aceitando o sacrifício de Jesus Cristo pela fé, receba então, o perdão e a justificação de seus pecados.



Logo, para que é a lei? Foi ordenada por causa das transgressões, até que viesse a posteridade a quem a promessa tinha sido feita; e foi posta pelos anjos na mão de um medianeiro. Ora, o medianeiro não o é de um só, mas Deus é um. Logo, a lei é contra as promessas de Deus? De nenhuma sorte; porque, se fosse dada uma lei que pudesse vivificar, a justiça, na verdade, teria sido pela lei. Mas a Escritura encerrou tudo debaixo do pecado, para que a promessa pela fé em Jesus Cristo fosse dada aos crentes. Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. (Gálatas 3:19-25)



Sabendo isto, que a lei não é feita para o justo, mas para os injustos e obstinados, para os ímpios e pecadores, para os profanos e irreligiosos, para os parricidas e matricidas, para os homicidas, Para os devassos, para os sodomitas, para os roubadores de homens, para os mentirosos, para os perjuros, e para o que for contrário à sã doutrina (I Timóteo 1:9-10)



DÉCIMA-QUARTA RAZÃO



GUARDAR O SÁBADO, PARA O CRISTÃO, É INCORRER EM UM GRAVE PECADO CHAMADO – ADULTÉRIO ESPIRITUAL.



NÃO sabeis vós, irmãos (pois que falo aos que sabem a lei), que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive? Porque a mulher que está sujeita ao marido, enquanto ele viver, está-lhe ligada pela lei; mas, morto o marido, está livre da lei do marido. De sorte que, vivendo o marido, será chamada adúltera se for de outro marido; mas, morto o marido, livre está da lei, e assim não será adúltera, se for de outro marido. Assim, meus irmãos, também vós estais mortos para a lei pelo corpo de Cristo, para que sejais de outro, daquele que ressuscitou dentre os mortos, a fim de que demos fruto para Deus. (Romanos 7:1-4)





DÉCIMA-QUINTA RAZÃO



EM NENHUM LUGAR DO NOVO TESTAMENTO O ESPÍRITO SANTO DÁ SEU PARECER FAVORÁVEL À GUARDA DO SÁBADO.



Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. (Atos 15:28-29)



Se fosse questão de perdição ou salvação a guarda do Sábado, Jesus Cristo e o Espírito Santo no-lo teriam dito, com muitas ênfases. Mas essa ênfase só existe na cabeça legalista dos judaizantes sabatistas.



DÉCIMA-SEXTA RAZÃO



OS GRANDES ACONTECIMENTOS DO CRISTIANISMO NÃO SE DERAM NO SÁBADO, MAS NO DOMINGO.





Ressureição de Jesus: João 20:1; Marcos 16:9-11




Jesus apareceu a 10 discípulos (João 20-19)




Jesus apareceu a 11 discípulos (João 20-26)




Jesus apareceu a vários outros discípulos (Mateus 28:1-10; Lucas 24:13-35; João 20:11)




Cumprimento da Vinda do Espírito Santo no dia de Petencostes (Levítico 23:16; Atos 2:1-13)




Primeira pregação do Apóstolo Pedro (Atos 2:14)




Três mil conversões (Atos 2:41)




Primeira administração de um batismo em Nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Atos 2:41)




Jesus apareceu ao Apóstolo João na Ilha de Patmos (Apocalipse 1:10)






DÉCIMA-SÉTIMA RAZÃO



A IGREJA PRIMITIVA GUARDAVA O DOMINGO E NÃO O SÁBADO.



E, depois dos dias dos pães ázimos, navegamos de Filipos, e em cinco dias fomos ter com eles a Trôade, onde estivemos sete dias. E no primeiro dia da semana, ajuntando-se os discípulos para partir o pão, Paulo, que havia de partir no dia seguinte, falava com eles; e prolongou a prática até à meia-noite. (Atos 20:6-7)



ORA, quanto à coleta que se faz para os santos, fazei vós também o mesmo que ordenei às igrejas da Galácia. No primeiro dia da semana cada um de vós ponha de parte o que puder ajuntar, conforme a sua prosperidade, para que não se façam as coletas quando eu chegar. (I Corintíos 16:1-2)







DÉCIMA-OITAVA RAZÃO



TODOS OS QUE GUARDAM O SÁBADO (LEI), COMO MEIO DE JUSTIFICAÇÃO, OU CAÍRAM DA GRAÇA OU NUNCA ENTRARAM NELA. ESTÃO SEPARADOS DE CRISTO.





ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. (Gálatas 5:1-4)





DÉCIMA-NONA RAZÃO



PAULO CHAMA A GUARDA DO SÁBADO DE RUDIMENTO FRACO E POBRE.



Mas agora, conhecendo a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como tornais outra vez a esses rudimentos fracos e pobres, aos quais de novo quereis servir? Guardais dias, e meses, e tempos, e anos. Receio de vós, que não haja trabalhado em vão para convosco. (Gálatas 4:9-11)



VIGÉSIMA RAZÃO



NENHUM APÓSTOLO, EM NENHUM LUGAR DO NOVO TESTAMENTO, RECOMENDA OU ORDENA A GUARDA DO SÁBADO.



Os apóstolos foram guiados pelo Espírito, que ´eo Deus da verdade e não da confusão.



Mas, quando vos entregarem, não vos dê cuidado como, ou o que haveis de falar, porque naquela mesma hora vos será ministrado o que haveis de dizer. 20 Porque não sois vós quem falará, mas o Espírito de vosso Pai é que fala em vós. (Mateus 10:19-20)



E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito Santo lhes concedia que falassem. (Atos 2:4)



Então Pedro, cheio do Espírito Santo, lhes disse: Principais do povo, e vós, anciãos de Israel, (Atos 4:8)



Mas faço-vos saber, irmãos, que o evangelho que por mim foi anunciado não é segundo os homens. Porque não o recebi, nem aprendi de homem algum, mas pela revelação de Jesus Cristo. (Gálatas 1:11-12)



VIGÉSIMA-PRIMEIRA RAZÃO



NAS RESOLUÇÕES TOMADAS PELA IGREJA NO CONCÍLIO DE JERUSALÉM, NADA CONSTA SOBRE A NECESSIDADE DA GUARDA DO SÁBADO.





Na verdade pareceu bem ao Espírito Santo e a nós, não vos impor mais encargo algum, senão estas coisas necessárias: Que vos abstenhais das coisas sacrificadas aos ídolos, e do sangue, e da carne sufocada, e da prostituição, das quais coisas bem fazeis se vos guardardes. Bem vos vá. (Atos 15:28-29)



VIGÉSIMA-SEGUNDA RAZÃO



O APÓSTOLO PAULO ERA APÓSTOLO DOS GENTIOS, E EMBORA TENHA DITO QUE TUDO DE PROVEITOSO ELE ENSINOU, E QUE ENSINOU TODO O CONSELHO DE DEUS, NADA ENSINOU ACERCA DA NECESSIDADE DA GUARDA DO SÁBADO.



E, logo que chegaram junto dele, disse-lhes: Vós bem sabeis, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, como em todo esse tempo me portei no meio de vós, Servindo ao Senhor com toda a humildade, e com muitas lágrimas e tentações, que pelas ciladas dos judeus me sobrevieram; Como nada, que útil seja, deixei de vos anunciar, e ensinar publicamente e pelas casas, Testificando, tanto aos judeus como aos gregos, a conversão a Deus, e a fé em nosso Senhor Jesus Cristo.

Portanto, no dia de hoje, vos protesto que estou limpo do sangue de todos. Porque nunca deixei de vos anunciar todo o conselho de Deus. (Atos 20:18-21, 26, 27)



A obsessão do sabatismo é tão sem base e inútil como o legalismo mortal dos judeus, que condenaram o próprio Filho de Deus, por salvar, curar e libertar no Sábado (João 5). Sobre isso Paulo Diz: "A letra mata, mas o espírito vivifica" (II Coríntios 3:6)





VIGÉSIMA-TERCEIRA RAZÃO



GUARDAR O SÁBADO, POR SER PRECEITO DA LEI, E PROCURAR IMPOR SUA OBSERVÂNCIA SOBRE OUTROS, É O MESMO QUE TENTAR A DEUS.



Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também. (Atos 15:10,11)



Então Pedro lhe disse: Por que é que entre vós vos concertastes para tentar o Espírito do Senhor? Eis aí à porta os pés dos que sepultaram o teu marido, e também te levarão a ti. (Atos 5:9)



Pôr a lei con denatória na frente da graça salvadora é por Moisés à frente de Jesus...É inutilizar o feito libertador e salvador do Deus amoroso, gracioso e bom. É por a lei na frente do sangue de Jesus Cristo, que já a cumpriu, para colocar o testamento da graça. Contrariar o plano de Deus é tentar a Deus e chamar sua ira...



VIGÉSIMA-QUARTA RAZÃO



OS APÓSTOLOS, COLUNAS DA IGREJA, PEDRO, TIAGO E JOÃO, E TAMBÉM PAULO, DOUTOR DOS GENTIOS, NÃO GUARDAVAM O SÁBADO (LEI); PELO CONTRÁRIO, FORAM DUROS E RIGOROSOS NO COMBATE ÀS DOUTRINAS SABATISTAS.



ENTÃO alguns que tinham descido da Judéia ensinavam assim os irmãos: Se não vos circuncidardes conforme o uso de Moisés, não podeis salvar-vos. Tendo tido Paulo e Barnabé não pequena discussão e contenda contra eles, resolveu-se que Paulo e Barnabé, e alguns dentre eles, subissem a Jerusalém, aos apóstolos e aos anciãos, sobre aquela questão.

E, quando chegaram a Jerusalém, foram recebidos pela igreja e pelos apóstolos e anciãos, e lhes anunciaram quão grandes coisas Deus tinha feito com eles. Alguns, porém, da seita dos fariseus, que tinham crido, se levantaram, dizendo que era mister circuncidá-los e mandar-lhes que guardassem a lei de Moisés. Congregaram-se, pois, os apóstolos e os anciãos para considerar este assunto. E, havendo grande contenda, levantou-se Pedro e disse-lhes: Homens irmãos, bem sabeis que já há muito tempo Deus me elegeu dentre nós, para que os gentios ouvissem da minha boca a palavra do evangelho, e cressem. E Deus, que conhece os corações, lhes deu testemunho, dando-lhes o Espírito Santo, assim como também a nós; E não fez diferença alguma entre eles e nós, purificando os seus corações pela fé. Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também. (Atos 15:1,2,4-11)



ESTAI, pois, firmes na liberdade com que Cristo nos libertou, e não torneis a colocar-vos debaixo do jugo da servidão. Eis que eu, Paulo, vos digo que, se vos deixardes circuncidar, Cristo de nada vos aproveitará. E de novo protesto a todo o homem, que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei. Separados estais de Cristo, vós os que vos justificais pela lei; da graça tendes caído. (Gálatas 5:1-4)



Se homens de Deus, considerados colunas da Igreja, não guardaram o Sábado, por não receberem tal preceito de Jesus e do Espírito Santo, por que nós deveríamos guardá-lo ?

Somos salvos pela fé em Jesus Cristo e não pela lei de Moisés. Nosso coração é "purificado pela fé" , e não por "usos de Moisés". Trocar a graça libertadora de Deus pelo jugo de Moisés é simplesmente andar para trás, andar ao contrário, e "tentar a Deus", na tese dos apóstolos.



VIGÉSIMA-QUINTA RAZÃO



PAULO DIZ QUE NINGUE´M DEVE JULGAR ALGUÉM QUE NÃO GUARDA O SÁBADO, OPRQUE TODOS OS DIAS SÃO IGUAIS.


Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. (Colossenses 2:16, 17)

Quem és tu, que julgas o servo alheio? Para seu próprio SENHOR ele está em pé ou cai. Mas estará firme, porque poderoso é Deus para o firmar. Um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga iguais todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente. Aquele que faz caso do dia, para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor o não faz. O que come, para o Senhor come, porque dá graças a Deus; e o que não come, para o SENHOR não come, e dá graças a Deus. (Romanos 14:4-6)

VIGÉSIMA-SEXTA RAZÃO



O SÁBADO, A LUA, OS DIAS DE FESTAS E OUTROS CERIMONIAIS DA LEI, SÃO MERAS SOMBRAS DOS BENS FUTUROS.



O Sábado, que quer dizer "descanso" , é uma sombra de Cristo, por que Jesus Cristo é o verdadeiro descanso para a alma, segundo Mateus 11:28-30 e Isaías 32:2. Jesus é a luz do mundo. A sombra desapareceu porque a Luz chegou. (Eclesiastes 7:8)



Portanto, ninguém vos julgue pelo comer, ou pelo beber, ou por causa dos dias de festa, ou da lua nova, ou dos sábados, Que são sombras das coisas futuras, mas o corpo é de Cristo. (Colossenses 2:16-17)



Mas, antes que a fé viesse, estávamos guardados debaixo da lei, e encerrados para aquela fé que se havia de manifestar. De maneira que a lei nos serviu de aio, para nos conduzir a Cristo, para que pela fé fôssemos justificados. Mas, depois que veio a fé, já não estamos debaixo de aio. (Gálatas 3:23-25)

Melhor que Ter o Sábado do Senhor, é Ter o Senhor do Sábado...





VIGÉSIMA-SÉTIMA RAZÃO



O SÁBADO É UM SINAL ENTRE DEUS E ISRAEL. NÃO É NEM PODE SER UNIVERSAL.





Tu, pois, fala aos filhos de Israel, dizendo: Certamente guardareis meus sábados; porquanto isso é um sinal entre mim e vós nas vossas gerações; para que saibais que eu sou o SENHOR, que vos santifica.

Guardarão, pois, o sábado os filhos de Israel, celebrando-o nas suas gerações por aliança perpétua. Entre mim e os filhos de Israel será um sinal para sempre; porque em seis dias fez o SENHOR os céus e a terra, e ao sétimo dia descansou, e restaurou-se. (Êxodo 31:13,16,17)



Agora, pois, por que tentais a Deus, pondo sobre a cerviz dos discípulos um jugo que nem nossos pais nem nós pudemos suportar? Mas cremos que seremos salvos pela graça do Senhor Jesus Cristo, como eles também. (Atos 15:10-11)



Israel-Nação podia guardar o Sábado porque, sendo um país pequeno, tem em todos os lugares o mesmo fuso horário, em todo o país a hora é sempre a mesma. Porém não é o mesmo caso do mundo todo, onde são observados horários diferentes.

Oa adventistas não podem observar todos o mesmo período de tempo na guarda do Sábado, devido aos fusos horários. Por exemplo: Os adventistas da Califórnia trabalham três horas no Sábado dos adventistas de Nova Iorque. Os sabatistas da Costa Rica começam a guardar o Sábado 12 horas depois dos sabatistas chineses. O Sábado na austrália começa 18 horas antes do Sábado da Califórnia.

Como os sabatistas vão saber que estão guardando o dia de descanso da Criação, se a data desse período não pode ser precisada e se os calendários históricos mudaram em sem-número de vezes ?

Nas regiões polares, de acordo com a época do ano, o dia dura vários meses.

É por isso que é bom adar dentro da Bíblia, com honestidae e segundo a orientação do Espírito, e não dos homens.





VIGÉSIMA-OITAVA RAZÃO



DURANTE SUA VIDA NA TERRA, JESUS ESCOLHEU O SÁBADO COMO DIA DE TRABALHO.



Foi no Sábado que Jesus fez as seguintes obras, segundo relato das Escrituras:


A libertação do endemonhiado (Lucas 4:31-37)




A cura da sogra de Pedro (Lucas 4:38-39)




A cura do homem da mão mirrada (Lucas 6:6-11)




A cura da sogra da mulher paralítica (Lucas 13:10-17)




A cura de um hidrópico (Lucas 14:1-6)




A cura do paralítico de Betesda (João 5:5-16): (Jesus não só curtou como mandou o homem carregar a sua cama, provocando protestos)




A cura de um cego de nasceça (João 9:1-41)




A pregação aos espíritos em prisão (I Pedro 3:18-20, 4:6)




Jesus fez questão de trabalhar muito no Sábado, para ensinar a aliança da graça aos judeus. Ele fez questão de contrapor-se ao legalismo fanático dos judeus, satirizando-o...









VIGÉSIMA-NONA RAZÃO



PROCURAR GUARDAR O SÁBADO É O MESMO QUE TENTAR GUARDAR A LEI DE MOISÉS, PORQUE É ELE PRECEITO UNICAMENTE MOSAICO, E QUEM PROCURA JUSTIFICAR-SE PELA OBSERVÂNCIA DA LEI ESTÁ:







Tornando sem valor a morte de Cristo (Gálatas 2:21)




Vivendo na carne e não no Espírito (Gálatas 3:2,3)




Colocando-se debaixo da maldição (Gálatas 3:10)




Metendo-se debaixo de jugo (Gálatas 5:1; Atos 15:10)




Separando-se de Cristo e caindo da Graça de Deus (Gálatas 5:4)




Passando para outro evangelho (Gálatas 1:6-9)




Pondo-se debaixo do ministério da morte e da condenação (II Coríntios 3:7-9)




TRIGÉSIMA RAZÃO



O SÁBADO DO DECÁLOGO TEM UMA PARTE MORAL E ETERNA, E UMA OUTRA CERIMONIAL E TRANSITÓRIA.



A parte moral: Um dia em sete.

A parte cerimonial: Um dia fixo de descanso.

O aspecto cerimonial, isto é, o dia fixo de descanso, é mutável. Jesus mostrou isso (Mateus 12:5; João 7:21-23).



Guardamos o Domingo porque é o dia do Senhor Jesus Cristo, isto é, poruqe Jesus Cristo, completada sua obra redentora, nele "descansou", quando ressuscitou dos mortos e assentou-se à destra da Majestade, nas alturas...





CONCLUSÃO



Outras razões teríamos para colocar neste opúsculo, porém, achamos que trinta é um número mais do que suficiente para explicar nossas convicções, as quais estão totalmente em harmonia com os ensinos bíblicos e devem levar o leitor honesto a entender por que o cristão não tem necessidade de guardar o Sábado para justificar-se diante de Deus.

Ficou bem claro que o crente é salvo tão-somente pela graça de Deus, mediante a fé no sacrifício de nosso Senhor Jesus Cristo, feito uma só vez, perfeito para sempre.

Óbvio está também que a lei é boa e o mandamento santo, justo e bom. Todavia não foi a lei dada para justificar, senão para mostrar ao homem os seus pecados, e para conduzí-lo ao Senhor Jesus.

A lei usada sabiamente leva o homem a Cristo e, consequentemente, à salvação de sua alma. Porém usada erradamente leva o ser humano À confusão, à heresia e à perdição de sua alma.

Tomemos cuidado com o uso que fazemos da lei de Moisés. Sejamos humildes e sinceros neste campo, pois, do contrário, nós mesmos seremos os mais prejudicados. Que assim Deus nos ajude e nos dirija para não nos desviarmos da simplicidade e pureza do Evangelho de nosso Senhor Jesus Cristo.



APELO COM AMOR



Não poderíamos terminar estas considerações sem fazer, em Nome de Jesus Cristo, um apelo honesto, sincero e com amor àqueles que estão ainda debaixo do jugo da lei, tentando guardar o sábado para se fazerem melhores aos olhos de Deus. O apelo é no sentido de que deixem o Espírito Santo abrir seus olhos para a verdade da Palavra de Deus, mediante a fé no sacrifício de Cristo, e ao mesmo tempo, deixem de incomodar os que querem viver debaixo da graça de Deus.

Prezado amigo leitor, se você ainda não conseguiu a certeza de sua salvação, é porque você não aceitou o Senhor Jesus como Salvador e Senhor da sua vida, ou é porque você não está confiando em suas gloriosas promessas.;

Volte a ler esta mensagem, meditando com seriedade em todo o seu conteúdo, porque Deus quer lhe dar essa bendita certeza, que é a coisa mais bela e confortadora que existe no Evangelho de Cristo.

Deus o abençoe ricamente.




quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

SALMOS 9
SALMO 9
1 EU te louvarei, SENHOR, com todo o meu coração; contarei todas as tuas maravilhas.
2 Em ti me alegrarei e saltarei de prazer; cantarei louvores ao teu nome, ó Altíssimo.
3 Porquanto os meus inimigos retornaram, caíram e pereceram diante da tua face.
4 Pois tu tens sustentado o meu direito e a minha causa; tu te assentaste no tribunal, julgando justamente;
5 Repreendeste as nações, destruíste os ímpios; apagaste o seu nome para sempre e eternamente.
6 Oh! inimigo! acabaram-se para sempre as assolações; e tu arrasaste as cidades, e a sua memória pereceu com elas.
7 Mas o SENHOR está assentado perpetuamente; já preparou o seu tribunal para julgar.
8 Ele mesmo julgará o mundo com justiça; exercerá juízo sobre povos com retidão.
9 O SENHOR será também um alto refúgio para o oprimido; um alto refúgio em tempos de angústia.
10 Em ti confiarão os que conhecem o teu nome; porque tu, SENHOR, nunca desamparaste os que te buscam.
11 Cantai louvores ao SENHOR, que habita em Sião; anunciai entre os povos os seus feitos.